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domingo, 4 de dezembro de 2011

Depois de um mês



Dizer que estou aqui a uma semana, um mês ou um ano, saindo da linha do tempo assim, não dá. Depen-do-pôndivista. Mas continuo encantada com a cidade. O trabalho tá fluindo. Talvez eu mude de casa esta semana. Tô feliz. Não tenho saudades de feijão. Saudade de gente dói. 
Resumiu? AUEFHliuHAEFLIuAEF

Fiz até um vídeo pra falar um pouquinho e escrever menos talvez. #ta-aê-ó.



E sobre a iniciativa, devo ressaltar que, nunca tinha feito isso antes e nem editei o vídeo. Tá pooooooooooouco amador! #caddieC
UAFHEliuHAEFLAEUFHiluhaEFEF

Antecipando alguns esclarecimentos:

1. Não, eu não tenho Mal de Parkinson. Talvez eu melhore no próximo vídeo. (se tiver outro).

2. Eu tô aparecendo (ou não aparecendo nas fotos e no vídeo) sozinha porque eu gosto das manhãs de maneira especial. As pessoas dormem. E às vezes elas não gostam de museus que nem eu. E a paisagem não impressiona os citadinos. #tudomeu!

2. Está anoitecendo por volta das 17h então prefiro sair cedo pra #carpediem porque eu só tenho os fins de semana pra isso.

3. Tô pensando em inglês muitas vezes, até em sonho. ;* Olha que bizarrê eu falando que o nome do Museu era “catorze cinqüenta e três”. #fourteenfiftythree

4. Aquelas ruínas são as antigas muralhas de Constantinopla. 21 km!


Quanto ao museu, vale um plá. Ele é pequeno mas tem uma cúpula com uma pintura extremamente detalhista feita em 360 graus (literalmente, inclusive o teto, digo, o céu). Terceira dimensão, modernidaaaaade gente! E os recursos de multimídia integram um quadro vivo da batalha da tomada de Constantinopla em 1453. Depois eu volto pra aula de história. Foteeenhas:

Panorama 1453

Viu como é? Os visitantes ficam ali no meio.
  
Aí: o cenário pertinho é verdade. Longe é pintura.

A foto parece nada perto da pintura. Details.



Depois do rolé no parque sentei no banco ali de frente pra muralha e devorei um livro que comprei aqui. Meu agradecimento especial à Gabriel Garcia Marquez, que não seja pecado lê-lo em inglês. haha

Obrigada também as personas brasileiras que estão sempre perto mesmo longe.

Tô pensando muito. maismuito. It's never been like that.